quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

Boas Festas!!!

Está a chegar o Natal!!!

As Professoras, Educadoras, Auxiliares da Acção Educativa e Alunos desejam a todos um Santo Natal e Bom Ano Novo.



segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

Quadras do Dia do Não Fumador


No dia do não fumador
Não se pode fumar
Se o meu pai pegar num cigarro
Eu começo logo a ralhar.

Nádia 4ºano


No dia do não fumador
Cigarros não devemos ver
O meu tio fuma
E esteve quase a morrer.

Ana Sofia 4º ano

Hoje não deve fumar
Para a sua vida salvar
Assim vai ter muitas forças
Para a vida continuar.

Rafaela 4º ano


No dia do não fumador
Não se deve fumar
Porque fumar é uma doença
Que muitas pessoas pode matar.

José 4º ano


No dia do Não Fumador
Não se deve fumar
Digo sempre ao meu tio
Para nunca um cigarro pegar.

Catarina 4º ano


Hoje é dia 17
Dia do não fumador
O meu tio fuma
E um dia vai-lhe dar uma dor.

Mariana Celeste 4ºano


Hoje é Dia do não fumador
Vamos todos colaborar
Por favor que ninguém fume
Ou não estará a ajudar!

Raquel 4º ano


Dia 17 de Novembro
O fumador não pode fumar
Vamos tentar todos
Não deitar fósforos ao ar.

Mariana Oliveira 4ºano


Quando for maior,
Não quero fumar
Posso ficar doente
Tossir e chorar.

Paulo Ricardo 4º ano


No dia do não fumador
As pessoas não devem fumar
Se isso acontecer
É para as prejudicar.

José Nuno 4º ano


O meu pai está em França
Com saudades começou a fumar
Quando chega a casa
Evita de me ouvir ralhar

Margarida 4º ano

Dia do Não Fumador

Hoje é dia do não fumador
Neste dia não se deve fumar
Por isso vamos fazer um esforço
Para não nos prejudicar.

Bruno 4ºano

No dia do não fumador
Não devemos fumar
Porque a vida é curta
E o coração pode parar.

José Miguel 4ºano

No dia 17 de Novembro
É dia do Não Fumador
Ninguém pode fumar
Para os outros prejudicar.
João 4º ano
Dia do "Não Fumador"
Cigarros não pegar
Quando vejo o meu avô a fumar
Vou-lhe logo ralhar.
Ana Rita 4ºano
No dia do Não Fumador
Ninguém pode fumar
Quando o meu pai esteve doente
Ao hospital foi parar.
Miguel 4º ano
No dia do não fumador
Não se deve fumar
Um dia posso vir a arrepender-me
E graves doenças provocar.
Élio 4ºano
No dia do não fumador
Não se deve fumar
E quem fumar um cigarro
É só para chatear.
André 4º ano


segunda-feira, 27 de Outubro de 2008

Todas as frutas que boas que são


A laranja

Eu gosto de laranja.

As laranjas têm vitamina C.

Eu bebo sumo de laranja.

A salada de fruta leva laranja.

Eu como laranja.

Jorge miguel 3º Ano

Todas as frutas que boas que são






A maçã




O meu fruto preferido é a maçã.
A maçã é muito saudável e faz bem à saúde.
Eu gosto mais das maçãs amarelas.
Elas são o fruto da macieira e há de muitas qualidades.
Com a amaçã podemos fazer tarte, doce, marmelada...
Pode ser comida crua, cozida, assada, em calda, etc.
Nós devemos comer várias maçãs durante a semana


Gil Rodrigues Almeida

terça-feira, 21 de Outubro de 2008

Dia da Alimentação

No dia 16 de Outubro festejamos na nossa escola o Dia da Alimentação.
Foi um dia diferente, onde todos os meninos participaram na elaboração de uma enorme salada de fruta.
Foi um dia muito divertido.






segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

Dia Internacional da Biblioteca Escolar




Ler é importante
Além de divertido
Pode ser muito interessante
Para todos os meninos
Rafaela 4º Ano


Eu gosto de brincar
Correr e pular
Mas na biblioteca
Tenho de me calar.

À biblioteca
Eu gosto de ir
Para aprender
E me divertir.

Livros de encantar
Histórias para sonhar
Na biblioteca
Eu vou encontrar.

Alguns meninos
Gostam de ler
Os livros da biblioteca
Para melhor aprender.

O último livro que escolhi
É que eu adorei
Mas histórias de Jesus
É que nunca encontrei.

E para finalizar
Têm de ler
As vossas quadras ou poemas
Para eu também os saber.


Ana Sofia 4º ano
Declamação de Poesia
" Alimentos"
Os frutos apetitosos
Estão prontos, madurinhos
Têm brilho são gostosos
Toca a encher os cestinhos
Dos meninos mais gulosos.
O sumo é fresco e docinho
Enche as bocas vermelhinhas
Abertas como flores
Que bailam como abelhinhas
E misturam muitas cores
Turma do 2º Ano

Dia Internacional da Biblioteca Escolar




A biblioteca é um lugar
Onde todos podem estar
Mas não podem falar
Para os outros.


Um livro
É uma aventura
Um desenho
Uma pintura.


Ler é saber
Estudar é aprender
Vou abrir um livro
Para mais compreender.

Se fôr à biblioteca
Tenho de ir devagar
Para não cair
Nem me aleijar.

Eu gosto da biblioteca
Ela é sossegada
Leio em silêncio
Para estar concentrada.
Mariana Celeste 4º Ano






Dia Internacional da Biblioteca Escolar

Aqui vão os nossos trabalhos, que estão a serem preparados para o dia.
Aguçamos a vossa curiosidade!!!

Cada livro é um tesouro
Que todos nós podemos imaginar
Lemos uma história catita
Começamos logo a sonhar!

Ideias maravilhosas
Criam-se na nossa imaginação
Frases, livros e poemas
Escrevem-se do fundo do coração.

Juntamente com os colegas
Um trabalho a começar
Para o Dia da Biblioteca
Melhor ainda ficar.

Aqui acabam as minhas quadras
Espero que tenham gostado
Mas não fiquem a pensar
Que isto me tenha custado!!!


Nádia Borges 4º ano

sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

Dia Internacional das Bibliotecas Escolar




Dia Internacional da Biblioteca Escolar


Do dia 27 ao dia 31 de Outubro festeja-se o Dia Internacional das Bibliotecas Escolares.
Na nossa Escola as actividades estão programadas para o dia 27 de Outubro.
Estamos à vossa espera, visitem-nos!!!


Boas Leituras







Um livro




Um livro tem capa,
contracapa e lombada.

Muitas
ou poucas folhas
com a indicação da página.

Muitas letras
que formam palavras,
Palavras
que formam frases,
Frases
que formam lindas histórias
que gosto de ler, escutar e contar.

Desenhos que me ajudam a compreender textos
e a imaginar outros.
Por tudo o livro é fantástico!

Quem um livro ler
Com muita atenção
Alimenta-se bem
Fica espertalhão!



Turma 2º Ano


quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

Trabalhos do 2º ano no âmbito do PNEP


O Conhecimento da Língua

História inventada pelos alunos a partir da capa do livro
“ Uns óculos para a Rita”

Era uma vez uma menina chamada Rita que calcava as formigas porque não via lá muito bem.
Um dia de Verão foi com a mãe ao médico para comprar uns óculos.
O médico fez-lhe um exame com uma máquina grande. Ele receitou-lhe uns óculos.
Ela consegui ver tudo.

Conclusões da história após a leitura

A personagem desta história é a Rita e ela não conseguia ver.
Era uma menina muito triste e que ficava muitas vezes de castigo porque as pessoas não compreendiam o que se passava com ela.
O pai foi conversar com a Professora e levou a Rita ao médico. O médico fez-lhe um exame e verificou que a Rita via mal, acabando por receitar-lhe uns óculos.
A Rita já conseguia ver e já não calcava as formigas e queria pôr no seu quarto um microscópio para ver os planetas e as estrelas.

Consciência fonológica (sílaba forte e sílaba fraca)

Rita: Ri( sílaba forte), Ta( sílaba fraca)
Escola:Es e la ( sílaba fraca), Co( sílaba forte)
Corria: Co e a( sílaba fraca), rri( sílaba forte)
Formigas: For e gas( sílaba fraca), mi( sílaba forte)

Divisão silábica

Rita: Ri-ta
Escola: Es-co-la
Corria: Corri-a

sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008

Comentários sobre o musical...


Sobre o musical a que assistiram os alunos do 2ºano disseram:


Ø Vimos rapazes e raparigas a dançar.
Ø Eu vi bolas , fitas e uma estrela que queriam um pinheiro.
Ø O musical era sobre o Natal ,bolas ,fitas ,luzes e uma estrela.
Ø A menina contou uma história muito bonita.
Ø Os pinheiros não queriam sair do bosque.
Ø Os pinheirinhos não queriam ser arrancados.
Ø Eu vi a estrela ,as bolas , as fitas e os piscas a cantar.
Ø Teve músicas bonitas.
Ø As fitas, as luzes e as bolas eram grupos . Cada grupo dançava.
Ø Eu vi as fitas e as bolas preocupadas porque não tinham um pinheiro de Natal para enfeitar.
Ø Nós aprendemos que os pinheiros não podiam sair do sítio e a estrela pôs todos os enfeites nela.
Ø Era divertido e tinha uma estrela, fitas ,pinheiros, luzes e bolas.
Ø A estrela disse que ia pendurar os enfeites nela.
Ø Eles juntaram os enfeites e formaram um pinheiro.
Ø Os enfeites uniram - se para formar uma árvore de Natal.
Ø Os pinheiros não queriam sair do bosque.
Ø Quando os pinheiros não queriam sair da terra , a estrela encontrou uma solução.
Ø A estrela teve uma ideia que foi pendurar os enfeites nela.
Ø Todos juntos formaram uma bela árvore

Aprendemos que com esforço e colaboração tudo se consegue.
.
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" Dia de São Valentim"


“Dia de São Valentim”

No dia de São Valentim
Tudo o que temos para dar
O meu amor é para ti
Já tenho alguém para amar.

Se pensares no amor de repente
Na memória ainda podes guardar
E ainda te aparece à frente
Aquele com quem queres namorar.

O verdadeiro amor
É cheio de alegrias
Não consegues puxá-lo p’ra dentro
Tens que contar às tuas amigas.

Não estejas nas aulas
A pensar no amor
Porque ainda te enganas
E beijas o professor.

Nádia 3º ano Sobral Cervães

quarta-feira, 28 de Novembro de 2007

Está a chegar o Natal!



sábado, 24 de Novembro de 2007

"As nossas rimas"

No dia 23 de Novembro na nossa Escola fizemos uma actividade muito interessante, proposta pela nossa Professora e a Professora Eduarda.
Trabalhamos em grupos de quatro alunos.
Um era o chefe de equipa, que orientava o grupo e distribuía as tarefas.
A Professora Eduarda deu-nos para cada grupo quatro terminações de palavras( ar, iu, va e er).
Começamos por procurar as palavras no livro do Plano Nacional de Leitura, o " O Aquário". De seguida, a chefe registava as palavras no caderno.
Depois de registadas começamos a fazer cada grupo as nossas rimas.
Assim escrevêmo-las aqui para que possam ver.

O peixe vermelho estava a brincar
A divertir-se a nadar,
O peixe preto ao passar
A comida foi buscar.

O peixe vermelho ao deparar,
os peixes azuis ele foi ajudar.
O peixe preto ao saltar
disse que todos fazem um bom par.

Do aquário saiu
um peixinho vermelho fugiu
Que o vidro partiu
e o quarto invadiu.

Um dia eu acabei de perder
um peixe que estava a morder,
Vou tentar convencer
a minha mãe a comer.


O peixinho vermelho não engordava
porque a comida não sobrava,
O azul com a comida toda ficava
enquanto o preto repousava.


Trabalho realizado pelo 3º ano- Sobral

terça-feira, 13 de Novembro de 2007

" A Maria Castanha"


No dia 9 de Novembro comemoramos o nosso Magusto Escolar.


De manhã fizemos a tradicional fogueira e comemos as castanhas. Há tarde, a Professora Eduarda contou-nos a história da menina chamada Maria Castanha.


Todos adoramos e pedimos que nos contem mais histórias como esta.

Aqui mostramos a história da Maria Castanha para que a conheçam e contem em casa.





A Maria Castanha


Há muitos, muitos anos havia uma cabana no meio da floresta onde viviam seis duendes muito endiabrados. Usavam todos um barrete laranja e uma roupa de cor diferente. Eles gostavam muito de brincar e cantar. O que tinha a roupa azul chamava-se Azulinho. O outro que andava vestido de verde era o Verdinho. O que tinha roupa de cor laranja chamavam-lhe o Laranjinha. O quarto andava vestido de branco era o Branquinho. O quinto tinha a roupa amarela e chamavam-lhe Amarelinho. E o sexto andava vestido com roupa vermelha, era o Vermelhinho.
Cada manhã, um dos duendes encarregava-se das tarefas da casa, enquanto os outros corriam e brincavam na floresta. Mas quando chegava o Domingo, já todos os duendes tinham feito as suas tarefas e nenhum queria trabalhar.
Assim, aos Domingos, ninguém fazia as camas, nem varria a casa, nem limpava o pó e, o pior de tudo, era que nenhum deles fazia a comida! Por isso, aos Domingos, estavam todos de mau humor e zangados e acabavam quase sempre o dia a brigar uns com os outros.
No outro lado da floresta, vivia um avô com a sua neta, que era uma menina muito bonita chamada Maria Castanha.
Deram-lhe este nome porque ela e o seu avô apanhavam castanhas e iam vendê-las no mercado da povoação.
Cada vez que iam para a floresta, o avô dizia à Maria Castanha:
Toma atenção, não te afastes muito e sobretudo não passes para o outro lado do rio. Lembra-te que vivem lá os duendes da cabana.
Os duendes são maus, avô?- perguntou a menina.
Não, não são maus, mas gostam muito de fazer travessuras.
Já há muito tempo que não havia passagem para o outro lado do rio, mas um dia de uma grande tempestade um castanheiro muito grande caiu e ficou atravessado no rio. E naquela tarde a Maria Castanha foi à floresta apanhar flores e andando, andando, passou por cima da árvore para o outro lado do rio e encontrou a cabana dos duendes.
Quando os duendes a viram, ficaram muito contentes. Depois, perguntaram-lhe como é que se chamava, onde vivia e se queria ficar a brincar um bocado com eles. Assim, todos juntos, estiveram a tarde inteira a brincar: às escondidas, aos cinco cantinhos, ao lenço, ao gato e ao rato...
Mas, de repente, a Maria Castanha percebeu que estava a escurecer:
Bem, agora tenho que voltar para casa do meu avô- disse ela.
Naquele momento, os duendes deram as mãos e fizeram uma roda à volta da menina e começaram a cantar:
Não, não; tu não te irás embora. Não, não; não regressarás.
A princípio, a Maria Castanha pensou que eles estavam a brincar, mas depois de um bocado, vendo que já era quase noite, disse:
Pronto, já chega. Agora é que me vou embora.
E os duendes tornaram a dar as mãos e cantaram: não, não, não irás embora.
A pobre Maria Castanha, com a voz a tremer um bocadinho, perguntou:
Mas o meu avô vai ficar preocupado.
Basta que lhe mandes uma mensagem a dizeres onde estás e pronto.
Sim, mas aqui na floresta não há carteiro.
Não faz mal, temos o velho Crock.
Quem é o velho Crock?
Os duendes bateram palmas e começaram a gritar” velho Crock!”
Nesse momento, ao longe ouviu-se “ croc, croc, croc”, o ruído de um pássaro grande, e de repente viram chegar a voar uma espécie de corvo muito grande, azul da cabeça aos pés,, menos o bico que era amarelo. A Maria Castanha, então, escreveu em letras grandes num papel:
“ Avô, não fiques preocupado, fico até amanhã com os duendes.”
O velho Crock agarrou no papel com o bico e voou até à casa do avô da menina. No dia seguinte, a menina levantou-se para arrumar a casa: acendeu a lareira, fez as camas, fez a comida, e ficaram todos muito contentes.
Quando chegou a tarde, a Maria Castanha quis ir-se embora...., mas os duendes deram as mãos e fizeram uma roda à volta dela.
Não, não, tu não irás embora.
A menina começou a chorar.
Mas, por que é que não me posso ir embora?
Podes ir embora mas tens que prometer que vens todos os Domingos para arrumar a casa e... fazer a comida!
A Maria Castanha prometeu. Mas antes de ela se ir embora ainda lhe disseram:
Se não cumprires o que prometeste, nós ficaremos muito zangados contigo e o velho Crock, como castigo, rouba-vos todas as castanhas antes de as poderem vender.
A Maria Castanha prometeu e por fim pôde regressar a casa do seu avô.
Nos dois Domingos seguintes a menina foi arrumar a cabana dos duendes, mas no terceiro Domingo a menina disse ao avô:
Acho que desta vez não vou. Estou cansada.
Está bem- disse o avô,- então temos de trancar bem as janelas e as portas, porque o velho Crock pode vir roubar-nos as castanhas.
Quando já estava tudo trancado e fechado e a menina e o avô dormiam descansados, ouviram alguém a bater à porta e uma velhinha a gemer:
Sou uma pobre velhinha que me perdi na floresta; se me pudessem ensinar o caminho...
O avô levantou-se e desceu para abrir, mas em vez de uma velhinha, viu que era um dos duendes que tinha disfarçado a voz e atrás deles estavam os outros, que entraram a correr dentro da casa. Uns empurraram o avô contra uma parede para que não fugisse, outros foram abrir as janelas para o velho Crock entrar. Este levava um saco muito grande e levou todas as castanhas que encontrou. O corvo saiu a voar e os duendes, mais espertos do que uma raposa, desapareceram sem deixar rasto.
O avô e a Maria Castanha ficaram a chorar toda a noite enquanto lá fora começava uma grande tempestade de raios, trovões e vento.
No dia seguinte, o avô disse:
Aqueles duendes são uns ladrões. Vamos procurar o guarda da floresta. Ele vai ajudar-nos a fazer com que nos devolvam as castanhas.
O guarda da floresta, ao saber o que tinha acontecido, pegou no seu cajado, chamou o cão e disse:
Vamos, vou já dar uma lição a estes duendes.
O avô e a Maria Castanha seguiram atrás dele.
Mas, por mais que procurassem, não encontraram a cabana dos duendes em lugar nenhum. A grande tempestade daquela noite tinha-a derrubado e feito desaparecer. Passado um bocado, viram umas pegadas no chão, debaixo de um grande castanheiro. Em cima da árvore estavam os duendes, cansados, encharcados, sujos, a espirrar e a chorar. Estavam todos ao monte, cheios de fome e de frio. Noutro ramo, com as penas cheias de lama, todo molhado, estava o velho Crock.
Fomos castigados- disse um dos duendes.- Por pouco não morremos e ficámos sem casa. Perdoem-nos, nunca mais faremos isso!
O avô e a Maria Castanha tiveram pena deles e disseram-lhes:
Se não têm casa, podem ir viver connosco, lá ficam bem.
Obrigado, obrigado!- disseram os duendes. – Prometemos que vamos ser bonzinhos e que vamos trabalhar. Faremos todos os recados, lavamos, varremos a casa, vamos apanhar lenha, não precisam de fazer nada... só a comida, porque a Maria Castanha cozinha melhor do que ninguém.
Tudo isso está muito bem- disse o guarda da floresta: - mas vocês têm que ir buscar as castanhas e devolvê-las agora mesmo!
Então, os duendes e o velho Crock desapareceram floresta dentro e trouxeram de um esconderijo as castanhas que tinham levado, e até apanharam mais, enchendo três grandes sacos.
Depois, regressaram todos para casa do avô, muito contentes. Os duendes fizeram o seu quarto no palheiro, e o velho Crock encontrou no telhado um tronco bem forte onde fez a sua casa.

sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

Dia Internacional da Biblioteca Escolar


quinta-feira, 25 de Outubro de 2007

Dia Internacional da Biblioteca Escolar

Hoje, dia 22 de Outubro é Dia Internacional da Biblioteca Escolar.
A nossa turma do 3º ano não se esqueceu pois a Professora Eduarda, Coordenadora da Biblioteca, tem-nos apoiado muito com lindas histórias e com os livros que levamos para casa da biblioteca.
Assim, pesquisamos umas quadras que foram exploradas na nossa sala de aula.

Quando em casa
me sinto só,
tenho um amigo comigo,
porque um livro é um amigo!

É um livro que eu aprendo
dos homens e da ciência
coisas novas, novos feitos
que são obra da experiência!

Quando em casa
me sinto só,
tenho um livro comigo,
porque um livro é um amigo!

E sempre que escolho um livro
com alegria e prazer,
penso nesse novo amigo
que agora estou a escolher!

Um livro é como um pássaro
voando livre no ar,
que nos dá asas ao sonho
e nos faz, assim, sonhar!

Por isso, sempre que posso,
abraçado ao livro, eu digo:
- Por tudo quanto me deste,
obrigado, meu amigo!

Trabalho de pesquisa dos alunos do 3º ano

P. S.- Todos os trabalhos que serão publicados na nossa página têm a colaboração das Professoras:
Eduarda Ribeiro( responsável pela página),
Olívia Rodrigues,
Glória Mendes,
Júlia Barbosa e
Rosa Zão.